A expansão muçulmana integrada por contingentes árabes e berberes instalou-se sem dificuldade no espaço acolhedor da região de Lisboa e do vale do Tejo. Os conquistadores assumiam a herança da civilização grega e romana, além de elementos próprios e de influência helenística, bizantina, persa e oriental. Al-Ushbuna viveu de acordo com a vivência própria da época em que se evitavam os conflitos entre as religiões cristã e muçulmana.
Pinturas de Pedro Castel’Branco que abordam os desafios do mundo moderno, refletindo a procura de novos caminhos perante a imprevisibilidade e as transformações da atualidade.
Há mais de dois milénios que várias cidades têm existido, umas sobre as outras, com nomes diferentes, mas à sombra da mesma Colina do Castelo, desde a Olisipo romana, Olissipona dos visigodos, a Al-Ushbuna muçulmana, a Lixboa medieval até à atual Lisboa do século XXI. É muito provável que em todas estas cidades tenham habitado de forma permanente famílias judaicas.
A exposição realizou-se na Fundação Cidade de Lisboa, de 4 a 11 de dezembro de 2025.
A cidade de Felicitas Iulia Olisipo (a Lisboa ao tempo dos romanos) foi apenas um elo de uma longa cadeia de povoamento junto ao estuário do Tejo. Este lugar central não nasceu sob a égide de Roma (já era aglomerado quase milenar), nem desapareceu com a desagregação do seu Império. Começou por ser referência literária, nos textos de autores gregos e latinos.
A exposição de Ana Boulain, realizou-se na Fundação Cidade de Lisboa nos dias 14, 15 e 16 de novembro de 2025
A Exposição Coletiva realizou-se na Fundação Cidade de Lisboa nos dias 6 e 7 de novembro de 2025.
Coorganizada com a APAHP, esta Mesa-Redonda realizou-se no dia 21 de outubro de 2025.
Em 25 de Outubro 2025, na Fundação Cidade de Lisboa, a escritora e pintora Irene Queiroga lançou o seu livro “Dois Desconhecidos uma Vida” e inaugurou a exposição de pintura “Raízes do Imaginário”.
Falar das origens de Portugal na perspetiva geopolítica, implica fazer-se uma análise, selecionando períodos e factos relevantes, no sentido de identificar que processos e dinâmicas se foram desenhando, durante o longo processo da reconquista cristã da Península Ibérica, e que determinaram as relações de poder entre os vários Reinos Cristãos.
Os arquivos históricos privados são um património fundamental para o conhecimento e contacto com a história, ao cuidado de famílias, empresas, associações.
Tomando com o ponto de partida o romance de Teolinda Gersão, A Cidade de Ulisses, o autor deambulou pela cena literária portuguesa, tendo como centro a cidade de Lisboa, sustentada pela memória histórica e cultural, pela luz e pela atmosfera.
Através do testemunho pessoal, tendo servido a Armada entre 1966 e 1969, abordou a experiência vivida na margem oriental do lago Niassa, enquanto comandante da lancha Mercúrio, percorrendo uma geografia e uma época ímpares.
No espólio de Eduardo Lourenço, na Biblioteca Nacional, havia um tesouro escondido. Escritos inéditos da sua juventude, o mais antigo de quando tinha 17 anos. Mergulhar neles significou descobrir a génese do filósofo muito antes ter ele consciência de estar a produzir obra. E compreender como, desde o início, o seu olhar foi crítico, indagador e transformador.
A terceira conferência deste Ciclo teve lugar a 25 de setembro, com a Professora e escritora, Doutora Vanda Anastácio, dado celebrar-se no corrente ano o quinto centenário do nascimento de Luís Vaz de Camões.
Coorganizada com a APAHP, esta Mesa-Redonda realizou-se no dia 27 de julho de 2024.
Um guia turístico escrito em 1926, encontrado entre os papéis deixados pelo poeta e publicado pela primeira vez em 1992. Mas Pessoa foi realmente o seu autor? Foi a pergunta colocada e respondida pelo conferencista, depois de assinalar a presença de Lisboa na obra de Pessoa.
Caracterizam-se pelo uso de pequenas placas de ostra substituindo o vidro, elemento fundamental para a caracterização da identidade da arquitetura indo-portuguesa, estas janelas cruzam influências que de Lisboa se estendem a Goa e a Macau testemunhando na delicadeza de linhas e marcado exotismo um forte intercambio cultural.
A terceira conferência deste Ciclo teve lugar a 25 de setembro, com a Professora e escritora, Doutora Vanda Anastácio, dado celebrar-se no corrente ano o quinto centenário do nascimento de Luís Vaz de Camões.
Já imaginou um mundo sem linguagem falada ou escrita? Poderiamos nós comunicar sem palavra, só com formas?
Proferida pelo Dr. José António Barreiros, esta conferência transporta-nos até ao piloto José Cabral, aviador arriscado e acrobata dos céus, que serviu a Aero-Portuguesa, a única companhia europeia autorizada a fazer a rota Lisboa-Tanger-Casablanca durante a segunda Guerra Mundial.
Thomas More, terá sido o primeiro a contar a história de uma terra chamada Utopia. Um erro gramatical, uma profecia, uma sociedade ideal são algumas das máscaras que a cidade de Lisboa usa até aos dias de hoje. Até ao Séc. XVIII, os lisboetas conheciam o nome e a localização da sua Olissipona através de escritos antigos e de uma ocasional epígragafe.
A sessão dedicada ao tema "Capitalidade", do IV Ciclo de Conferências, ocorreu no dia 3 de julho.
A mesa redonda "A Lisboa de 1755 – Destruição e Reconstrução" ocorreu no dia 15 de Junho de 2023
On 12 March, Professor Mário Avelar gave a literary, critical and cultural talk in which he explored the intersections between literature and cinema, urban spaces and everyday experiences.
A 1.ª Sessão do IV Ciclo de Conferências, "Desafios para a gestão do ciclo da água em zonas urbanas", ocorreu no dia 22 de Março.
A Fundação Cidade de Lisboa apresenta de 15 a 21 de dezembro a exposição de Gonçalo Malato “Manipanzo O Outro Eu”
BIG IDEAS IN LISBON foi um programa de conferências e eventos culturais organizado pela FCL
BIG IDEAS IN LISBON foi um programa de conferências e eventos culturais organizado pela FCL
No dia 14 de abril de 2014, a Fundação Cidade de Lisboa celebrou 25 anos de plena atividade ao serviço da cidade e dos povos de língua portuguesa.
Em 2011, realizou-se o "III Ciclo de Conferências da FCL" cuja reflexão incidiu sobre "Identidade e Valores"
Em 2008 iniciou-se o II Ciclo de Conferências, dedicado a perspetivar o desenvolvimento da cidade, com o título "Lisboa 2020 – Uma Metrópole Competitiva".
O 1.º Ciclo de Conferências, com o tema 'A Lusofonia no Mundo', decorreu em 2007 e foi composto por seis eventos que debateram a matriz lusófona e o papel da língua portuguesa no contexto da globalização.
Discurso de inauguração da nova sede da FCL e homenagem a Nuno Krus Abecasis
A Fundação Cidade de Lisboa foi adquirindo em leilões, ao longo do tempo uma Colecção de Gravuras raras sobre Lisboa.
O patrocinio da FCL a este concurso de pintura teve o seu início em 1991 e repetiu-se bienalmente, numa organização da Livraria Barata em Lisboa.